segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Chá Verde a bebida que ajuda a diminuir a gordura corporal

Os princípios ativos da bebida aceleram o metabolismo e também contribuem para quebra da gordura



Oriundo da planta Camellia sinensis, a mesma que origina os chás preto e branco, o chá verde tem suas folhas colocadas sob vapor e depois, secas, por isso contém propriedades diferentes. Desta forma previne-se oxidação dos ingredientes e preservam-se os nutrientes. Entre os derivados da erva, esse é o chá mais popular no Brasil e foi alvo de mais estudos do que seus "irmãos". Estima-se que a bebida corresponde entre 80 e 90% da produção de chá chinês, terra natal dessa planta, que hoje é cultivada em todo o mundo.

Não existe uma tabela nutricional oficial do chá verde, pois a variação de nutrientes na folha depende muito da forma como essa erva foi plantada, adubada e tratada. Até a região em que a Camellia sinensis é plantada interfere em sua composição nutricional. Por isso que ao comparar tabelas nutricionais de diferentes marcas de chá verde, você pode encontrar diferenças, já que elas correspondem a todos esses fatores.

Porém, sabe-se que ele é rico em flavonoides chamados catequinas, fitoquímicos responsáveis pela maior parte de suas propriedades para a saúde. O chá também é rico em cafeína, a quantidade pode variar de 10 a 86 mg por folha. A quantidade máxima de chá verde indicada é de 4 xícaras ao dia, ou 600 ml. Mais do que isso é passível de efeitos colaterais.

Benefícios do chá verde


Atua na composição de gorduras do corpo Alguns estudos preliminares apontam que umas das catequinas mais presentes no chá verde, a epigalocatequina galato (EGCG), estimula diversas enzimas que controlam o metabolismo das gorduras, inclusive incentivando a quebra delas. Isso faz com que elas sejam mais bem usadas pelo nosso organismo, não ficando apenas paradas no tecido adiposo. Além de promover o emagrecimento, as pessoas que tomam o chá verde obtém uma melhor composição adiposa no organismo, o que reduz as chances de diversas doenças aparecem, como diabetes e hipertensão. Porém, são necessários mais estudos que comprovem mesmo essa ação.

Traz saciedade Outras pesquisas indicam que as catequinas interagem com os receptores da leptina, hormônio relacionado à sensação de saciedade do nosso organismo. Ou seja, o consumo do chá nas quantidades recomendadas evita que você coma mais do que o necessário para seu organismo.

Acelera o metabolismo O chá verde também é conhecido por seu efeito termogênico. Mas ele pode ir além, um artigo publicado em 2011 no jornal científico Obesity Reviews sugere que os polifenois do chá inibem a ação de uma enzima, dessa forma agindo junto com a cafeína, aumentando sua ação de termogênese e a oxidação das gorduras. O primeiro mecanismo faz com que o metabolismo funcione mais rapidamente, o que queima mais energia do nosso corpo, evitando que ela se torne gordura e se acumule. Já o último faz com que a gordura seja utilizada e reduz seu acúmulo também.

É um potente antioxidante As catequinas do chá verde tem o poder de combater os radicais livres em nosso organismo. Por isso mesmo a bebida atua na prevenção e/ou tratamento de doenças crônicas como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, além de ajudarem no antienvelhecimento da pele. Alguns especialistas chegam a mensurar que o poder antioxidante desses nutrientes é maior do que a vitamina C ou E. Um estudo feito na China em 2003, por exemplo, revelou que mulheres que consomem chá verde tem menor risco de adquirirem um câncer de mama.

Combate o colesterol Mais uma vez, o prêmio vai para as catequinas EGCG. Uma pequena fração do colesterol que temos é produzido no corpo, mas a maior parte vem da alimentação. As EGCG reduzem a absorção desse nutriente no nosso intestino, reduzindo assim sua quantidade em nosso corpo. Porém os estudos mostram mais sua ação na redução do LDL, considerado o colesterol ruim, e não no aumento do HDL, o mocinho da história. Além disso, outros polifenois chamados de taninos também estão relacionados a essa redução do LDL, de acordo com alguns estudos.

Melhora o humor Existe um aminoácido no Chá Verde chamado L-teanina que é exclusivo dessa planta e deve consistir em cerca de 2% do seu peso. Quando ele é liberado em nosso corpo, vai para o cérebro e lá aumenta a produção de dopamina e serotonina, neurotransmissores que estão ligados à sensação de bem-estar. Ele também aumenta a produção de ondas alfa no cérebro, o que eleva a sensação de relaxamento, de acordo com um estudo feito no Japão em 2005. Como se tudo isso não bastasse, os flavonoides modulam a noradrenalina, hormônio que também está relacionado com a ansiedade. Por fim, a vitamina C, presente no chá mesmo que em baixas quantidades, atua no hormônio cortisol, que sempre é produzido no corpo em situações de estresse e está envolvida na produção da serotonina. Vale a pena consumir o chá, portanto, com sucos de frutas cítricas.

Otimiza a digestão Mas a ação do chá verde é diferente dos outros chás digestivos, que trabalham aumentando os sucos gástricos! Sua atução nesse processo ocorre, possivelmente, devido a alguns compostos bioativos que ele traz em sua composição, e que estimulam a microbiota do intestino, também conhecida como flora intestinal. Essas bactérias são responsáveis por ajudar no trabalho de digestão, principalmente de algumas vitaminas. Como um benefício extra, estimular as bactérias do organismo também melhora a imunidade.

Protege nossa cognição Ainda não é 100% certo, mas alguns estudos têm demonstrado que o consumo de chá verde pode afastar doenças relacionadas ao declínio da mente, como Alzheimer. Um estudo realizado na Austrália revelou que a bebida pode proteger o cérebro de certos tipos de demência, pois os compostos polifenóis presentes no chá podem apresentar propriedades neuroprotetoras, principalmente contra duas substâncias danosas nessa doença: o peróxido de hidrogênio e uma proteína chamada beta-amiloide. Porém, mais estudos precisam ser feitos antes de darem o veredito final sobre esse benefício.

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Compare o Chá Verde com outros alimentos



Chá verde é rico em catequinas, substâncias antioxidantes, como não há uma tabela nutricional oficial do chá verde, pois sua composição depende de diversas condições de plantio e terra, é mais difícil comparar os valores nutricionais do chá verde com outros alimentos. Porém, é possível confrontarmos alguns valores e propriedades já conhecidos.

As propriedades digestivas do chá verde são diferentes de qualquer outro chá, como hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara sagrada, zedoária e fucus. Isso porque, enquanto esses atuam estimulando os sucos gástricos, o chá verde parece melhorar a atividade das bactérias boas do intestino, conhecidas como microbiota intestinal, apesar de não haverem comprovações científicas ainda.

A quantidade de cafeína no chá verde é semelhante ao café. Enquanto o último têm 73 mg de cafeína em 60 ml, bem menos do que uma xícara, o chá verde pode conter até 80 mg do nutriente a cada 150 ml, ou seja, uma xícara de chá. Uma quantidade bem maior, e ainda com a vantagem de trazer outras propriedades benéficas para saúde e um efeito calmante que se equilibra com a cafeína. Porém, lembre-se que consumir o chá verde logo após as refeições, como fazemos com o cafezinho, pode prejudicar a absorção do ferro, pois ele contém uma quantidade baixa de taninos, como todo já, que se prende ao mineral dificultando sua absorção.

Quantidade recomendada de chá verde

Os estudiosos se dividem quanto à quantidade ideal de chá verde ao dia. Alguns comentam para se consumir entre três a quatro xícaras, outros para consumir até seis. Como a partir de 600 ml de ingestão diária começam alguns efeitos colaterais, o melhor é não ultrapassar essa quantidade, que equivale a quatro xícaras de chá por dia. A vantagem de seguir essa quantidade é reduzir um pouco a diurese excessiva provocada pela ingestão dessa bebida.

Riscos

Quando consumido em altas doses, o chá verde pode sim fazer mal. A grande quantidade de cafeína pode causar insônia, apesar dos efeitos calmantes do chá, e também levar à gastrite, por aumentar a secreção gástrica.

Ultrapassar a ingestão recomendada de 600 ml também pode reduzir a absorção de diversos nutrientes, como o ferro e cálcio, sendo que a ausência do último é perigosa para mulheres na menopausa. Por isso, mesmo consumindo apenas essa quantidade, é muito importante não tomar o chá verde durante as refeições.

Contraindicações

Gestantes devem evitar tomar o chá verde, pois ele pode reduzir o fluxo da sangue para a placeta, dificultando o desenvolvimento do feto.

Pessoas com hipertireoidismo também devem evitar o chá, já que elas estão mais propensas à aceleração do metabolismo, devido a maior produção de hormônios da tireoide. Também é contraindicado a hipertensos, pessoas com glaucoma e irritações gástricas.

O chá verde também pode ter interações medicamentosas com remédios que estimulam o sistema nervoso simpático, portanto ele não é indicado para quem os ingere. Vale consultar seu médico antes de começar a tomar.

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Como consumir o Chá Verde




O chá verde pode ser encontrado em pó, saquinhos e até mesmo cápsulas. Mas nenhuma dessas versões preserva os nutrientes originais e mais importantes do chá como as folhas da erva, que deve ser preparada em forma de infusão.

Mas é preciso tomar alguns cuidados ao preparar seu chá verde em casa. Ao fazer a infusão é muito importante não deixar a água ferver. Coloque a água no fogo e espere formar as primeiras bolhas. Então, acrescente duas colheres de sopa na água, desligue o fogo e deixe por cinco a dez minutos, abafando. Para reduzir o efeito estimulante, experimente descartar essa primeira água e então repetir o processo.

Depois de pronto, ele deve ser conservado em um recipiente de vidro na geladeira ou em garrafa térmica, e suas propriedades permanecem intactas por apenas 24 horas.
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THÉ VÉRT



A marca Santé é focada na boa-forma, com produtos de qualidade que se comprometem a oferecer saúde e bem-estar para todos que procuram a silhueta perfeita.

Você sabia que o chá verde ajuda a evitar o envelhecimento precoce e auxilia também no combate a doenças degenerativas?
Classificam-se como doenças degenerativas o diabetes, a arteriosclerose, a hipertensão, as doenças cardíacas e da coluna vertebral, além de câncer (cancro), Mal de Alzheimer, reumatismo, esclerose múltipla, artrite deformante, artrose, glaucoma, coluna, cabeça, e membros. Trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna.

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Especificação CHÁ VERDE THÉ VERTÉ



O chá verde é consumido pelos orientais há mais de 3 mil anos e conhecido principalmente pelo seu efeito estimulante. O chá verde é rico em flavonóides – substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce e doenças degenerativas.
Você sabia que o CHÁ VERDE THÉ VERTÉ ajuda a evitar o envelhecimento precoce e auxilia também no combate a doenças degenerativas?

Classificam-se como doenças degenerativas, o diabetes, a arteriosclerose, a hipertensão, as doenças cardíacas e da coluna vertebral, além de câncer (cancro), Mal de Alzheimer, reumatismo, esclerose múltipla, artrite deformante, artrose, glaucoma, coluna, cabeça, e membros. Trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna.
O ideal é não ultrapassar 1 litro por dia (de 6 a 7 xícaras).
Contém 80g
Rende +ou- 48 Porções de 200ML

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Linhaça Dourada ou Linhaça Marrom? Qual delas escolher?


A linhaça é um alimento que vem sendo divulgado amplamente no Brasil, porém muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto aos seus benefícios e qual variedade é a melhor para o consumo. Vamos esclarecer isto hoje!

Primeiramente é importante esclarecer que a linhaça é uma herbácea de origem asiática, classificada como alimento funcional. Este é o nome dado aos alimentos que além da simples nutrição, são capazes de agir ativamente em benefício da saúde, prevenindo e combatendo doenças. Na composição da semente de linhaça nós podemos encontrar fibras, proteínas, vitaminas A, B1, B6, B12, E, potássio, sódio, magnésio, fósforo, ferro, cobre, zinco, manganês, selênio, ômega 3 e ômega 6.

Estudos mostram que o consumo regular da linhaça é capaz de reduzir o colesterol ruim, amenizar os sintomas da TPM, ajudar no emagrecimento, prevenir doenças cardiovasculares, controlar o nível de açúcares no sangue, fortalecer o sistema imunológico e até mesmo prevenir o surgimento de câncer de mama, cólon e próstata.

Confira em outro post nosso os Benefícios da Linhaça.

A melhor variedade: dourada ou marrom?


Linhaça Dourada e Marrom

A linhaça dourada é frequentemente encontrada em locais de clima frio, sua casca é mais fina e seu sabor mais suave. Já a marrom é proveniente de climas mediterrâneos e por isso se adapta mais facilmente aos solos brasileiros, sendo encontrada aqui com mais facilidade. Em termos nutricionais a diferença entre ambas é muito pequena e faz com que sejam iguais na eficiência. O mais comum é que a dourada seja vendida por um preço maior, pois geralmente é importada, porém, isso não faz com que ela seja melhor e nem mais indicada. É realmente uma questão de gosto (e, às vezes, de bolso) do consumidor.

A quantidade certa

Mais importante que qual o tipo da linhaça escolhida, é consumir o suficiente dela. Para que os efeitos possam ser percebidos é necessário que se faça um consumo regular desta semente, mais ou menos o equivalente a 3 colheres de chá por dia. A linhaça contém poucas calorias, e uma colher de sopa de semente de linhaça tem aproximadamente 66 kcal.

Semente de linhaça ou linhaça moída?

A semente de linhaça, por ser um alimento bruto, necessita ser bem mastigada para que todos os seus nutrientes possam ser liberados e bem aproveitados. A própria casca já guarda algumas das vitaminas, minerais e fibras.

Entretanto, por ser muito grossa pode dificultar na hora de liberar os nutrientes para o nosso organismo. Já com a linhaça moída, sem a barreira da casa, todos os nutrientes ficam livres para serem absorvidos pelo corpo.

Há ainda de se considerar como a linhaça está sendo consumida. Para integrar a massa de pães e bolos, a linhaça moída é mais adequada. Já a linhaça em sementes dá um toque especial a saladas e legumes cozidos.

Contraindicações

Embora a linhaça seja um alimento natural é importante consumir com moderação, pois a sua ingestão em excesso pode ser prejudicial a saúde. Como regra geral, não é recomendado ultrapassar as 2 colheres de sopa diárias.

Para a absorção e processamento adequado da linhaça é recomendado também que se consuma bastante água.

Devido ao seu efeito laxante, ela deve ser evitada por pessoas que sofram de diarreia, diverticulite (formação de bolsas e quistos no intestino grosso), íleo paralítico, síndrome do intestino irritável e doença inflamatória intestinal. Em caso de dúvidas, é sempre recomendável consultar um médico ou nutricionista.

Seja consumindo a linhaça marrom ou dourada, ela é uma excelente maneira de complementar a sua alimentação. Você já faz uso deste super alimento? Conte para a gente qual a sua maneira favorita de integrá-lo à sua alimentação, nos comentários!

Linhaça: Conheça os benefícios dessa Semente

Se você está procurando alimentos funcionais para melhorar a saúde, certamente já se deparou com a linhaça, seja em alguma receita ou plano alimentar. E não é a toa! A linhaça é um alimento repleto de benefícios para a sua saúde. Hoje você vai saber tudo sobre essa semente e como trazê-la para o seu dia a dia!


Linhaça Dourada e Marrom 


O que é a linhaça?

Linhaça é o nome dado para a semente do linho. A planta é utilizada pela humanidade há milênios. Há registros de plantações de linho em sítios arqueológicos pré-históricos e ele foi usado extensivamente na confecção de tecidos no egito antigo. Mas não é nas suas fibras, que até hoje têm utilidade na fabricação de cordas e tecidos especiais, que reside seu valor nutricional, é nas suas sementes.

Veja também em um de nossos artigos Qual tipo de Linhaça escolher

Alimento completo

A semente de linhaça possui tantas características benéficas para a saúde que ela é considerada um alimento funcional. Ela é a fonte de fibras alimentares, proteínas e ácidos graxos poli-insaturados. Contém ainda vitaminas A, E, B1, B6 e B12 além de potássio, sódio, magnésio, fósforo, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. E é saborosa!




Para quem quer emagrecer

A semente de linhaça é uma excelente adição em qualquer regime. Por fornecer fibras alimentares, ela mantém a sensação de saciedade por mais tempo e ajuda no trabalho do intestino, que passa a funcionar melhor. Além disto, as fibras da linhaça absorvem água durante o processo de digestão. Isto contribui para a eliminação mais eficiente de gorduras e toxinas do corpo. O resultado é que a sua ingestão combate a sensação de inchaço no corpo.

A inclusão da linhaça na dieta não garante sozinha a perda de peso, já que ela não é capaz de anular as gorduras ingeridas em outros alimentos. Mas somada a uma alimentação saudável e um regime de exercícios adequado, ajuda bastante a trazer resultados mais rápidos!

Para viver mais, e melhor

Riquíssima em ômega 3 e ômega 6, a semente de linhaça ajuda a controlar o colesterol e os triglicérides. Com isso, ela se torna um aliado no combate a doenças do coração e mesmo no controle de processos alérgicos e inflamatórios. Sem contar que, com sua ação sobre as gorduras e o colesterol ruim (LDL) ela evite a formação de placas nas artérias cardíacas. Estas placas quando se acumulam podem obstruir a passagem do sangue, levando ao aumento da pressão e até mesmo a ataques cardíacos.

Os ácidos graxos da linhaça -ômega 3 e 6- também desempenham uma série de outros benefícios no corpo. Dentre eles estão a estimulação da produção de compostos chamados prostaglandinas, que melhoram a circulação do sangue, diminuem a retenção de líquidos e ainda auxiliam no bom funcionamento dos rins e do sistema imunológico.

Benefícios extras para as mulheres

O ômega 3 presente na linhaça é importante durante a gravidez e lactação, pois é fundamental no desenvolvimento cerebral dos bebês. Entretanto, consulte um médico se você pretende começar absolutamente qualquer regime durante a gravidez! Seu médico lhe recomendará a dose adequada para manter a sua saúde e a do bebê.

A semente de linhaça é ainda uma fonte de lignana, que é um composto quimicamente similar ao estrógeno. Estudos indicam que a sua ingestão contribui para redução dos sintomas da tensão pré-menstrual (a infame TPM) e ainda atua na prevenção do câncer de mama. Para as mulheres que estão se aproximando da menopausa, a lignana serve como uma espécie de substituto ao estrógeno, que tem sua produção diminuida nesta fase da vida. Isto reduz os desconfortos associados à esta fase.

A linhaça é fácilmente encontrada no mercado, em sementes inteiras, trituradas, na forma de farinha, em cápsulas ou em óleo. Com tanta variedade, fica fácil encontrar uma maneira de integrá-la à sua alimentação de todo dia. Entretanto, a mais recomendada é a semente inteira ou triturada, já que ela não passa por nenhum processo que reduza seu valor nutricional. Não há nenhum problema em ingerir a semente pura, mas elas podem ser usadas para dar um toque especial em saladas, bolos, iogurtes e frutas.




Como Consumir a Linhaça

Em relação à quantidade de linhaça que podemos comer, isto ainda não é um consenso. Há vários conselhos de nutricionistas e nutrólogos de porções bem diferentes, de 25 a até 45 gramas por dia. Seja qual for a sua dose de consumo diário de linhaça, a inclusão da semente no seu cardápio deve ser gradativa, aos poucos.

Não deixe de consultar um nutricionista antes de começar o consumo da linhaça. 

Compartilhe suas receitas com esse delicioso alimento nos comentários!

domingo, 4 de setembro de 2016

Chia ou Sálvia Hispânica - Fonte de Ômega 3



A Chia, ou Sálvia Hispânica, é uma planta originária da região andina do México e da Guatemala, com sementes ovais e pequenas de coloração variada (preta, marrom escura, branca ou cinza). Reza a lenda que os guerreiros Maias consumiam apenas um punhado de semente de chia e guerreavam por dois dias – por essa razão o nome chia, que significa força. Eles valorizavam tanto essas sementes que a utilizavam também como moeda.

BENEFÍCIOS DA SEMENTE DE CHIA

A chia é boa fonte de ômega 3, antioxidantes, fibras, aminoácidos e proteína. A semente de chia tem uma excelente atuação no estômago. Parecida com as mucilagens, a chia promove uma conversão mais lenta de carboidratos em açúcar. Assim ela pode ser utilizada no auxílio do controle da glicemia sanguínea. Um estudo canadense evidenciou um auxílio na manutenção de um bom controle glicêmico e lipídico em pacientes portadores de diabetes tipo 2.

A chia possui ainda boa concentração de minerais e vitaminas. Diante de todas essas vantagens, esse alimento pode ser visto como mais um coadjuvante na busca pela saúde e não como redentor e único responsável por um bom estado de saúde. Afinal, saúde é um estado dependente de vários fatores. No dia a dia, uso nos meus sucos verdes, em alternativa à linhaça também.

A semente de chia é obtida da planta Salvia hispanica L., da família das lamiáceas, da qual também fazem parte o linho e a sálvia. A Chia é originária do México e utilizada há séculos como alimento devido a suas propriedades benéficas para a saúde.

A semente de Chia é indicada por especialistas em nutrição, visto que é composta por excelentes nutrientes importantes para a saúde como fibras, proteínas, antioxidantes, vitaminas, minerais e ácidos graxos poli-insaturados, considerados “gordura boa”, que fazem desta semente um excelente complemento nutricional.

Semente de chia emagrece?

A chia ganhou destaque devido a sua capacidade de auxiliar o emagrecimento saudável. Após seu consumo, a semente se torna uma espécie de gel no estômago, sendo capaz de se expandir e proporcionar sensação de saciedade. Além disso, a sua composição rica em fibras, favorece o trânsito intestinal, prevenindo inchaços.

Como usar a chia?



A chia é encontrada em forma de grão, farinha ou óleo, podendo ser adicionada no iogurte, cereais, sucos, bolos, saladas e temperos. Para obter todos os benefícios da chia basta consumir mais de duas colheres de sopa por dia. O extrato de chia também está disponível em forma de cápsulas, que garantem os mesmos benefícios da semente.

A chia também pode ser consumida com água, antes das refeições para reduzir o apetite. Coloque 1 colher de sopa de semente de chia em 250ml de água e consuma 20 minutos antes das principais refeições.


Pressão alta: Siga 10 passos para controlar os sintomas


“Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro” explica o cardiologista Enéas Rocco.

A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

“Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão.

Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.

1. Manutenção do peso ideal: O sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. “Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado” , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

2. Prática de atividade física: Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

3. Redução de sal: O excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.

4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.

6. Medicamentos: Se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os anti-inflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

7. Cigarro: O tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.



8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

Como ler os rótulos e entender as informações nutricionais dos alimentos


Você costuma ler os rótulos dos alimentos?

Pois os rótulos nos oferecem informações muito importante para garantirmos a qualidade do produto comprado

Não são apenas as calorias que ditam uma dieta balanceada. Diversos outros componentes determinam o resultado da sua saúde e emagrecimento.

Então galera, o lance é ler tudinho! E comparar!

Hoje vou mostrar como checar direitinho o que está escrito nas informações nutricionais dos alimentos.

No nosso país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o orgão que controla os rótulos dos alimentos. No Brasil todo produto precisa apresentar as informações nutricionais como valor energético, porção, medida caseira e quantidade por porção de carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e sódio do alimento.

Vamos ver o significado de cada um deles.


Porção: É a quantidade média do alimento que deve ser consumida, considerando uma dieta saudável e baseada no para consumo daquele alimento. Essas quantidades estipuladas foram definidas por especialistas, levando em consideração o hábito do brasileiro e alimentação saudável. Geralmente, aparece em gramas ou mililitros. Preste bem atenção nesse item, porque os dados presentes no rótulo são sempre para uma porção, que pode ser, por exemplo, duas fatias de pão de forma, ou 50 gramas. Se você tem o hábito de consumir apenas uma fatia, divida os valores da tabela pela metade. Tem mais! Quando for comparar produtos similares, veja se as porções são a mesma e considere sempre o mesmo referencial. Por exemplo: vai comparar o requeijão light com o queijo cottage mas as porções são diferentes? Compare, calculando sempre a mesma porção.

% VD : A sigla significa percentual de valores diários e uma média de consumo calórico para a população brasileira adulta saudável, que é de 2000 kcal. Essa média foi utilizada como referência para os valores diários. É importante saber que as necessidades diárias variam de acordo com alguns parâmetros como a idade a pratica de atividade física e estado de saúde de cada pessoa, ou seja, não é regra e deve ser considerada individualmente.

Cada nutriente apresenta um valor diferente para se calcular o VD (valor diário). Veja os valores de referência:


Atenção: o %VD vai variar conforme a prescrição da dieta também. Como sempre falo, dieta é algo indivualizado que deve ser respeitado. E o %VD foi pesquisado em cima de uma média da população.

Medida caseira: indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para medir alimentos. É uma quantidade padrão que ajuda bastante a entender e comparar as informações nutricionais, pois a maioria das pessoas não tem balança em casa para pesar os alimentos. Por exemplo: fatias, unidades, pote, xícaras, copos, colheres de sopa.

Valor energético: é a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais presentes em uma determinada porção de alimento. Nos rótulos, o valor energético é expresso na forma de quilocalorias (kcal) e quilojoules (kJ).

Agora vamos falar sobre os macronutrientes: carboidratos, proteinas e gorduras. Já falei que são eles que determinam o valor energético do alimento. E já sabemos que todas as calorias consumidas além das nossas necessidades diárias, farão que o peso corporal aumente.


Carboidratos: Os carboidratos, que muitas vezes aparecem como vilões nas dietas de redução de peso, possuem função energética, permitindo ao corpo manter suas atividades vitais. Portanto, não são tão vilões assim. Fazem parte desse grupo os pães, massas, farinhas, frutas, etc.

Proteínas: As proteínas são importantes na construção e reconstrução de nossas células e tecidos. Podem também desempenhar função hormonal e de defesa. As proteínas podem ainda desempenhar papel energético, mas essa nao é sua principal função. Elas estão presentes no leite e derivados, ovos, carnes, entre outros.

Gorduras totais: São excelentes fontes de energia e ainda ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. Esse valor apresentado na tabela nos mostra o somatório de todos os tipos de gorduras encontradas no alimento, boas e ruins. É um item importantíssimo a ser observado para quem visa saúde e boa forma.

Gorduras saturadas: São as encontradas em alimentos de origem animal, como carne, pele de frango, queijos, toucinho, leite integral e manteiga, entre outros. Devemos cuidar muito com o consumo desse tipo de gordura, pois em grandes quantidades pode trazer riscos à saúde.

Gorduras trans: Atenção!Fique longe desse tipo de gordura! Ela é encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados, como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos prontos, produtos de panificação, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam as gorduras vegetais hidrogenadas na sua preparação. Nosso corpo não precisa desse tipo de gordura e quando consumido em grandes quantidades pode aumentar o risco de doenças do coração. A Anvisa recomenda que não se consumam mais de 2 gramas desse componente em dia. Mas fique ligado! A legislação só exige que sejam registrados valores acima de 0,2 g por porção de gordura trans no alimento, ou seja, qualquer valor abaixo disso pode ser declarado como zero.

Fibra alimentar: Isso sim é coisa boa! A ingestão de fibras é fundamental para o organismo. Elas ajudam a controlar as taxas de glicemia e de colesterol, melhoram a função intestina e ainda aumentam a nossa saciedade. Então, quanto mais fibras o alimento tiver, melhor para nosso corpo! Elas estão em vários tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e cereais integrais. A ingestão diária de 25 gramas de fibras já trazem benefícios à saúde.

Sódio: Presente no sal de cozinha e em grande quantidade nos alimentos industrializados — salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos. Quando utilizado em excesso, é bastante prejudicial ao nosso corpo, provocando retenção de líquidos e aumento da pressão arterial. Devemos estar atentos às altas quantidades de sódio embutidas nos alimentos que compramos.

Outras dicas:

Sempre foque primeiramente na quantidade de gorduras, sódio e fibras do produto. Esses são itens determinantes quando o assunto é qualidade.

Segundo a Anvisa, os ingredientes do alimento aparecem na ordem decrescente de quantidade. Portanto, se procura um item integral, veja se o primeiro ingrediente é realmente a farinha integral. Tenha atenção especial quando o açúcar e as gorduras constarem no topo da lista.

Pessoas com restrições alimentares precisam estar ainda mais atentas à composição dos alimentos.

Nada adianta você controlar o sódio de um alimento se for encher de sal no preparo dos outros. Equilibre sua refeição toda.

Prazo de validade: atente-se à data especificada no produto. Compre sempre os mais recentes que estão nas prateleiras. E é verdade! Eles geralmente estão escondidos no fundo, para que os antigos sejam vendidos primeiro. Então! Quero ver todo mundo pegando os produos lá de trás das gôndolas!

Referências utilizadas Anvisa, Ministério da Saúde do Brasil.