segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Chá Verde a bebida que ajuda a diminuir a gordura corporal

Os princípios ativos da bebida aceleram o metabolismo e também contribuem para quebra da gordura



Oriundo da planta Camellia sinensis, a mesma que origina os chás preto e branco, o chá verde tem suas folhas colocadas sob vapor e depois, secas, por isso contém propriedades diferentes. Desta forma previne-se oxidação dos ingredientes e preservam-se os nutrientes. Entre os derivados da erva, esse é o chá mais popular no Brasil e foi alvo de mais estudos do que seus "irmãos". Estima-se que a bebida corresponde entre 80 e 90% da produção de chá chinês, terra natal dessa planta, que hoje é cultivada em todo o mundo.

Não existe uma tabela nutricional oficial do chá verde, pois a variação de nutrientes na folha depende muito da forma como essa erva foi plantada, adubada e tratada. Até a região em que a Camellia sinensis é plantada interfere em sua composição nutricional. Por isso que ao comparar tabelas nutricionais de diferentes marcas de chá verde, você pode encontrar diferenças, já que elas correspondem a todos esses fatores.

Porém, sabe-se que ele é rico em flavonoides chamados catequinas, fitoquímicos responsáveis pela maior parte de suas propriedades para a saúde. O chá também é rico em cafeína, a quantidade pode variar de 10 a 86 mg por folha. A quantidade máxima de chá verde indicada é de 4 xícaras ao dia, ou 600 ml. Mais do que isso é passível de efeitos colaterais.

Benefícios do chá verde


Atua na composição de gorduras do corpo Alguns estudos preliminares apontam que umas das catequinas mais presentes no chá verde, a epigalocatequina galato (EGCG), estimula diversas enzimas que controlam o metabolismo das gorduras, inclusive incentivando a quebra delas. Isso faz com que elas sejam mais bem usadas pelo nosso organismo, não ficando apenas paradas no tecido adiposo. Além de promover o emagrecimento, as pessoas que tomam o chá verde obtém uma melhor composição adiposa no organismo, o que reduz as chances de diversas doenças aparecem, como diabetes e hipertensão. Porém, são necessários mais estudos que comprovem mesmo essa ação.

Traz saciedade Outras pesquisas indicam que as catequinas interagem com os receptores da leptina, hormônio relacionado à sensação de saciedade do nosso organismo. Ou seja, o consumo do chá nas quantidades recomendadas evita que você coma mais do que o necessário para seu organismo.

Acelera o metabolismo O chá verde também é conhecido por seu efeito termogênico. Mas ele pode ir além, um artigo publicado em 2011 no jornal científico Obesity Reviews sugere que os polifenois do chá inibem a ação de uma enzima, dessa forma agindo junto com a cafeína, aumentando sua ação de termogênese e a oxidação das gorduras. O primeiro mecanismo faz com que o metabolismo funcione mais rapidamente, o que queima mais energia do nosso corpo, evitando que ela se torne gordura e se acumule. Já o último faz com que a gordura seja utilizada e reduz seu acúmulo também.

É um potente antioxidante As catequinas do chá verde tem o poder de combater os radicais livres em nosso organismo. Por isso mesmo a bebida atua na prevenção e/ou tratamento de doenças crônicas como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, além de ajudarem no antienvelhecimento da pele. Alguns especialistas chegam a mensurar que o poder antioxidante desses nutrientes é maior do que a vitamina C ou E. Um estudo feito na China em 2003, por exemplo, revelou que mulheres que consomem chá verde tem menor risco de adquirirem um câncer de mama.

Combate o colesterol Mais uma vez, o prêmio vai para as catequinas EGCG. Uma pequena fração do colesterol que temos é produzido no corpo, mas a maior parte vem da alimentação. As EGCG reduzem a absorção desse nutriente no nosso intestino, reduzindo assim sua quantidade em nosso corpo. Porém os estudos mostram mais sua ação na redução do LDL, considerado o colesterol ruim, e não no aumento do HDL, o mocinho da história. Além disso, outros polifenois chamados de taninos também estão relacionados a essa redução do LDL, de acordo com alguns estudos.

Melhora o humor Existe um aminoácido no Chá Verde chamado L-teanina que é exclusivo dessa planta e deve consistir em cerca de 2% do seu peso. Quando ele é liberado em nosso corpo, vai para o cérebro e lá aumenta a produção de dopamina e serotonina, neurotransmissores que estão ligados à sensação de bem-estar. Ele também aumenta a produção de ondas alfa no cérebro, o que eleva a sensação de relaxamento, de acordo com um estudo feito no Japão em 2005. Como se tudo isso não bastasse, os flavonoides modulam a noradrenalina, hormônio que também está relacionado com a ansiedade. Por fim, a vitamina C, presente no chá mesmo que em baixas quantidades, atua no hormônio cortisol, que sempre é produzido no corpo em situações de estresse e está envolvida na produção da serotonina. Vale a pena consumir o chá, portanto, com sucos de frutas cítricas.

Otimiza a digestão Mas a ação do chá verde é diferente dos outros chás digestivos, que trabalham aumentando os sucos gástricos! Sua atução nesse processo ocorre, possivelmente, devido a alguns compostos bioativos que ele traz em sua composição, e que estimulam a microbiota do intestino, também conhecida como flora intestinal. Essas bactérias são responsáveis por ajudar no trabalho de digestão, principalmente de algumas vitaminas. Como um benefício extra, estimular as bactérias do organismo também melhora a imunidade.

Protege nossa cognição Ainda não é 100% certo, mas alguns estudos têm demonstrado que o consumo de chá verde pode afastar doenças relacionadas ao declínio da mente, como Alzheimer. Um estudo realizado na Austrália revelou que a bebida pode proteger o cérebro de certos tipos de demência, pois os compostos polifenóis presentes no chá podem apresentar propriedades neuroprotetoras, principalmente contra duas substâncias danosas nessa doença: o peróxido de hidrogênio e uma proteína chamada beta-amiloide. Porém, mais estudos precisam ser feitos antes de darem o veredito final sobre esse benefício.

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Compare o Chá Verde com outros alimentos



Chá verde é rico em catequinas, substâncias antioxidantes, como não há uma tabela nutricional oficial do chá verde, pois sua composição depende de diversas condições de plantio e terra, é mais difícil comparar os valores nutricionais do chá verde com outros alimentos. Porém, é possível confrontarmos alguns valores e propriedades já conhecidos.

As propriedades digestivas do chá verde são diferentes de qualquer outro chá, como hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara sagrada, zedoária e fucus. Isso porque, enquanto esses atuam estimulando os sucos gástricos, o chá verde parece melhorar a atividade das bactérias boas do intestino, conhecidas como microbiota intestinal, apesar de não haverem comprovações científicas ainda.

A quantidade de cafeína no chá verde é semelhante ao café. Enquanto o último têm 73 mg de cafeína em 60 ml, bem menos do que uma xícara, o chá verde pode conter até 80 mg do nutriente a cada 150 ml, ou seja, uma xícara de chá. Uma quantidade bem maior, e ainda com a vantagem de trazer outras propriedades benéficas para saúde e um efeito calmante que se equilibra com a cafeína. Porém, lembre-se que consumir o chá verde logo após as refeições, como fazemos com o cafezinho, pode prejudicar a absorção do ferro, pois ele contém uma quantidade baixa de taninos, como todo já, que se prende ao mineral dificultando sua absorção.

Quantidade recomendada de chá verde

Os estudiosos se dividem quanto à quantidade ideal de chá verde ao dia. Alguns comentam para se consumir entre três a quatro xícaras, outros para consumir até seis. Como a partir de 600 ml de ingestão diária começam alguns efeitos colaterais, o melhor é não ultrapassar essa quantidade, que equivale a quatro xícaras de chá por dia. A vantagem de seguir essa quantidade é reduzir um pouco a diurese excessiva provocada pela ingestão dessa bebida.

Riscos

Quando consumido em altas doses, o chá verde pode sim fazer mal. A grande quantidade de cafeína pode causar insônia, apesar dos efeitos calmantes do chá, e também levar à gastrite, por aumentar a secreção gástrica.

Ultrapassar a ingestão recomendada de 600 ml também pode reduzir a absorção de diversos nutrientes, como o ferro e cálcio, sendo que a ausência do último é perigosa para mulheres na menopausa. Por isso, mesmo consumindo apenas essa quantidade, é muito importante não tomar o chá verde durante as refeições.

Contraindicações

Gestantes devem evitar tomar o chá verde, pois ele pode reduzir o fluxo da sangue para a placeta, dificultando o desenvolvimento do feto.

Pessoas com hipertireoidismo também devem evitar o chá, já que elas estão mais propensas à aceleração do metabolismo, devido a maior produção de hormônios da tireoide. Também é contraindicado a hipertensos, pessoas com glaucoma e irritações gástricas.

O chá verde também pode ter interações medicamentosas com remédios que estimulam o sistema nervoso simpático, portanto ele não é indicado para quem os ingere. Vale consultar seu médico antes de começar a tomar.

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Como consumir o Chá Verde




O chá verde pode ser encontrado em pó, saquinhos e até mesmo cápsulas. Mas nenhuma dessas versões preserva os nutrientes originais e mais importantes do chá como as folhas da erva, que deve ser preparada em forma de infusão.

Mas é preciso tomar alguns cuidados ao preparar seu chá verde em casa. Ao fazer a infusão é muito importante não deixar a água ferver. Coloque a água no fogo e espere formar as primeiras bolhas. Então, acrescente duas colheres de sopa na água, desligue o fogo e deixe por cinco a dez minutos, abafando. Para reduzir o efeito estimulante, experimente descartar essa primeira água e então repetir o processo.

Depois de pronto, ele deve ser conservado em um recipiente de vidro na geladeira ou em garrafa térmica, e suas propriedades permanecem intactas por apenas 24 horas.
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THÉ VÉRT



A marca Santé é focada na boa-forma, com produtos de qualidade que se comprometem a oferecer saúde e bem-estar para todos que procuram a silhueta perfeita.

Você sabia que o chá verde ajuda a evitar o envelhecimento precoce e auxilia também no combate a doenças degenerativas?
Classificam-se como doenças degenerativas o diabetes, a arteriosclerose, a hipertensão, as doenças cardíacas e da coluna vertebral, além de câncer (cancro), Mal de Alzheimer, reumatismo, esclerose múltipla, artrite deformante, artrose, glaucoma, coluna, cabeça, e membros. Trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna.

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Especificação CHÁ VERDE THÉ VERTÉ



O chá verde é consumido pelos orientais há mais de 3 mil anos e conhecido principalmente pelo seu efeito estimulante. O chá verde é rico em flavonóides – substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce e doenças degenerativas.
Você sabia que o CHÁ VERDE THÉ VERTÉ ajuda a evitar o envelhecimento precoce e auxilia também no combate a doenças degenerativas?

Classificam-se como doenças degenerativas, o diabetes, a arteriosclerose, a hipertensão, as doenças cardíacas e da coluna vertebral, além de câncer (cancro), Mal de Alzheimer, reumatismo, esclerose múltipla, artrite deformante, artrose, glaucoma, coluna, cabeça, e membros. Trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna.
O ideal é não ultrapassar 1 litro por dia (de 6 a 7 xícaras).
Contém 80g
Rende +ou- 48 Porções de 200ML

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Linhaça Dourada ou Linhaça Marrom? Qual delas escolher?


A linhaça é um alimento que vem sendo divulgado amplamente no Brasil, porém muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto aos seus benefícios e qual variedade é a melhor para o consumo. Vamos esclarecer isto hoje!

Primeiramente é importante esclarecer que a linhaça é uma herbácea de origem asiática, classificada como alimento funcional. Este é o nome dado aos alimentos que além da simples nutrição, são capazes de agir ativamente em benefício da saúde, prevenindo e combatendo doenças. Na composição da semente de linhaça nós podemos encontrar fibras, proteínas, vitaminas A, B1, B6, B12, E, potássio, sódio, magnésio, fósforo, ferro, cobre, zinco, manganês, selênio, ômega 3 e ômega 6.

Estudos mostram que o consumo regular da linhaça é capaz de reduzir o colesterol ruim, amenizar os sintomas da TPM, ajudar no emagrecimento, prevenir doenças cardiovasculares, controlar o nível de açúcares no sangue, fortalecer o sistema imunológico e até mesmo prevenir o surgimento de câncer de mama, cólon e próstata.

Confira em outro post nosso os Benefícios da Linhaça.

A melhor variedade: dourada ou marrom?


Linhaça Dourada e Marrom

A linhaça dourada é frequentemente encontrada em locais de clima frio, sua casca é mais fina e seu sabor mais suave. Já a marrom é proveniente de climas mediterrâneos e por isso se adapta mais facilmente aos solos brasileiros, sendo encontrada aqui com mais facilidade. Em termos nutricionais a diferença entre ambas é muito pequena e faz com que sejam iguais na eficiência. O mais comum é que a dourada seja vendida por um preço maior, pois geralmente é importada, porém, isso não faz com que ela seja melhor e nem mais indicada. É realmente uma questão de gosto (e, às vezes, de bolso) do consumidor.

A quantidade certa

Mais importante que qual o tipo da linhaça escolhida, é consumir o suficiente dela. Para que os efeitos possam ser percebidos é necessário que se faça um consumo regular desta semente, mais ou menos o equivalente a 3 colheres de chá por dia. A linhaça contém poucas calorias, e uma colher de sopa de semente de linhaça tem aproximadamente 66 kcal.

Semente de linhaça ou linhaça moída?

A semente de linhaça, por ser um alimento bruto, necessita ser bem mastigada para que todos os seus nutrientes possam ser liberados e bem aproveitados. A própria casca já guarda algumas das vitaminas, minerais e fibras.

Entretanto, por ser muito grossa pode dificultar na hora de liberar os nutrientes para o nosso organismo. Já com a linhaça moída, sem a barreira da casa, todos os nutrientes ficam livres para serem absorvidos pelo corpo.

Há ainda de se considerar como a linhaça está sendo consumida. Para integrar a massa de pães e bolos, a linhaça moída é mais adequada. Já a linhaça em sementes dá um toque especial a saladas e legumes cozidos.

Contraindicações

Embora a linhaça seja um alimento natural é importante consumir com moderação, pois a sua ingestão em excesso pode ser prejudicial a saúde. Como regra geral, não é recomendado ultrapassar as 2 colheres de sopa diárias.

Para a absorção e processamento adequado da linhaça é recomendado também que se consuma bastante água.

Devido ao seu efeito laxante, ela deve ser evitada por pessoas que sofram de diarreia, diverticulite (formação de bolsas e quistos no intestino grosso), íleo paralítico, síndrome do intestino irritável e doença inflamatória intestinal. Em caso de dúvidas, é sempre recomendável consultar um médico ou nutricionista.

Seja consumindo a linhaça marrom ou dourada, ela é uma excelente maneira de complementar a sua alimentação. Você já faz uso deste super alimento? Conte para a gente qual a sua maneira favorita de integrá-lo à sua alimentação, nos comentários!

Linhaça: Conheça os benefícios dessa Semente

Se você está procurando alimentos funcionais para melhorar a saúde, certamente já se deparou com a linhaça, seja em alguma receita ou plano alimentar. E não é a toa! A linhaça é um alimento repleto de benefícios para a sua saúde. Hoje você vai saber tudo sobre essa semente e como trazê-la para o seu dia a dia!


Linhaça Dourada e Marrom 


O que é a linhaça?

Linhaça é o nome dado para a semente do linho. A planta é utilizada pela humanidade há milênios. Há registros de plantações de linho em sítios arqueológicos pré-históricos e ele foi usado extensivamente na confecção de tecidos no egito antigo. Mas não é nas suas fibras, que até hoje têm utilidade na fabricação de cordas e tecidos especiais, que reside seu valor nutricional, é nas suas sementes.

Veja também em um de nossos artigos Qual tipo de Linhaça escolher

Alimento completo

A semente de linhaça possui tantas características benéficas para a saúde que ela é considerada um alimento funcional. Ela é a fonte de fibras alimentares, proteínas e ácidos graxos poli-insaturados. Contém ainda vitaminas A, E, B1, B6 e B12 além de potássio, sódio, magnésio, fósforo, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. E é saborosa!




Para quem quer emagrecer

A semente de linhaça é uma excelente adição em qualquer regime. Por fornecer fibras alimentares, ela mantém a sensação de saciedade por mais tempo e ajuda no trabalho do intestino, que passa a funcionar melhor. Além disto, as fibras da linhaça absorvem água durante o processo de digestão. Isto contribui para a eliminação mais eficiente de gorduras e toxinas do corpo. O resultado é que a sua ingestão combate a sensação de inchaço no corpo.

A inclusão da linhaça na dieta não garante sozinha a perda de peso, já que ela não é capaz de anular as gorduras ingeridas em outros alimentos. Mas somada a uma alimentação saudável e um regime de exercícios adequado, ajuda bastante a trazer resultados mais rápidos!

Para viver mais, e melhor

Riquíssima em ômega 3 e ômega 6, a semente de linhaça ajuda a controlar o colesterol e os triglicérides. Com isso, ela se torna um aliado no combate a doenças do coração e mesmo no controle de processos alérgicos e inflamatórios. Sem contar que, com sua ação sobre as gorduras e o colesterol ruim (LDL) ela evite a formação de placas nas artérias cardíacas. Estas placas quando se acumulam podem obstruir a passagem do sangue, levando ao aumento da pressão e até mesmo a ataques cardíacos.

Os ácidos graxos da linhaça -ômega 3 e 6- também desempenham uma série de outros benefícios no corpo. Dentre eles estão a estimulação da produção de compostos chamados prostaglandinas, que melhoram a circulação do sangue, diminuem a retenção de líquidos e ainda auxiliam no bom funcionamento dos rins e do sistema imunológico.

Benefícios extras para as mulheres

O ômega 3 presente na linhaça é importante durante a gravidez e lactação, pois é fundamental no desenvolvimento cerebral dos bebês. Entretanto, consulte um médico se você pretende começar absolutamente qualquer regime durante a gravidez! Seu médico lhe recomendará a dose adequada para manter a sua saúde e a do bebê.

A semente de linhaça é ainda uma fonte de lignana, que é um composto quimicamente similar ao estrógeno. Estudos indicam que a sua ingestão contribui para redução dos sintomas da tensão pré-menstrual (a infame TPM) e ainda atua na prevenção do câncer de mama. Para as mulheres que estão se aproximando da menopausa, a lignana serve como uma espécie de substituto ao estrógeno, que tem sua produção diminuida nesta fase da vida. Isto reduz os desconfortos associados à esta fase.

A linhaça é fácilmente encontrada no mercado, em sementes inteiras, trituradas, na forma de farinha, em cápsulas ou em óleo. Com tanta variedade, fica fácil encontrar uma maneira de integrá-la à sua alimentação de todo dia. Entretanto, a mais recomendada é a semente inteira ou triturada, já que ela não passa por nenhum processo que reduza seu valor nutricional. Não há nenhum problema em ingerir a semente pura, mas elas podem ser usadas para dar um toque especial em saladas, bolos, iogurtes e frutas.




Como Consumir a Linhaça

Em relação à quantidade de linhaça que podemos comer, isto ainda não é um consenso. Há vários conselhos de nutricionistas e nutrólogos de porções bem diferentes, de 25 a até 45 gramas por dia. Seja qual for a sua dose de consumo diário de linhaça, a inclusão da semente no seu cardápio deve ser gradativa, aos poucos.

Não deixe de consultar um nutricionista antes de começar o consumo da linhaça. 

Compartilhe suas receitas com esse delicioso alimento nos comentários!